Data de Publicação: 18/12/2019

A Novartis anunciou na última segunda-feira (16/12) em comunicado à imprensa que os resultados dos estudos LUSTER não dão suporte a um maior desenvolvimento do fevipiprant na asma. As análises agrupadas dos estudos não atingiram o limiar clinicamente relevante para a redução da taxa de exacerbação moderada a grave em comparação com o placebo durante um período de tratamento de 52 semanas para qualquer uma das doses (150 mg / 450 mg). Os estudos incluíram pacientes que tinham asma moderada a grave com eosinofilia sanguínea (>250cel/uL) e inadequadamente controlados (etapas 4 e 5 da GINA), apesar de receber corticosteróides inalados (ICS) de dose média a alta e pelo menos um controlador adicional.
O fevipiprant, um antagonista de receptor da prostaglandina DP2 de uso oral único diário, foi geralmente bem tolerado e os eventos adversos emergentes do tratamento foram equilibrados entre os grupos e comparáveis ao placebo. Dados detalhados de eficácia e segurança dos estudos estão sendo analisados e serão submetidos para apresentação em um próximo congresso médico.
A prostaglandina DP2 atua como fator quimiotático para as células TH2 atuando no receptor DP2. Age como potente broncoconstrictor em asmáticos por ação indireta, estimulando a liberação de acetilcolina pelos nervos parassimpáticos e também aumenta a resposta broncoconstrictora à histamina e à metacolina.
Nosso vídeo sobre a atualização da GINA 2019 já foi assistido mais de 11.000 vezes em nosso canal do YouTube, clique aqui para assistir.
FONTE: Novartis, comunicado público.