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Artigos que contam a história da pneumologia.

PROCALCITONINA E PNEUMONIA

Data de Publicação: 19/11/2012

PROCALCITONINA E PNEUMONIAA procalcitonina é liberada pelos tecidos após o estímulo de citocinas em resposta à infecção bacteriana dentro de 6 a 12 horas. A procalcitonina é mais específica que a proteína C reactiva ou a contagem de leucócitos do sangue. Infecções bacterianas mais graves possuem maiores níveis de procalcitonina, as virais possuem níveis mais baixos. Durante a resolução da pneumonia, os níveis de procalcitonina caem de forma constante (50% ou mais por dia), retornando aos níveis muito baixos ou indetectáveis quando a infecção bacteriana se resolve completamente. A procalcitonina parece não ser afetada pelo uso corticosteróides.

A utilização de um algoritmo guiado pela procalcitonina para iniciar e/ou interromper o uso de antibióticos em pneumonia reduziu em cerca de 50% o total de doses, sem aumento na mortalidade ou qualquer outro evento adverso. Meta-análises confirmaram esses benefícios, mas os intervalos de confiança dos estudos eram largos e muitos pacientes de UTI foram excluídos dos protocolos. Ensaios maiores são necessários para se concluir se a procalcitonina deve orientar o tratamento antibiótico, mas há dados favoráveis sugerindo que essa orientação reduz o uso excessivo de antibióticos.

A procalcitonina não é precisa para diferenciar pneumonia bacteriana de viral ou qualquer outra infecção. Em cerca de 10% dos casos há falso negativo no diferencial entre superinfecção bacteriana e pneumonias virais, há insensibilidade para o Mycoplasma e há incerteza para o diagnóstico da pneumonia associada ao ventilador mecânico. A procalcitonina deve ser usada como suporte de informação e não como um teste diagnóstico definitivo em pneumonia.

CHEST 2012;141:1063-73.

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