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Artigos que contam a história da pneumologia.

TOBRAMICINA INALATÓRIA CHEGA AO SUS PARA OS CASOS DE FIBROSE CÍSTICA

Data de Publicação: 27/12/2016

TOBRAMICINA INALATÓRIA CHEGA AO SUS PARA OS CASOS DE FIBROSE CÍSTICANo final de outubro a tobramicina inalatória foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil. O aminoglicosídeo é usado para o tratamento da infecção crônica por Pseudomonas aeruginosa das vias aéreas em pacientes com fibrose cística. A medida foi tomada após consulta pública e discussão de especialistas da Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias no SUS (Conitec).

O uso do medicamento leva a um ganho de 12% na função pulmonar aferida pelo VEF1, reduz a contagem de colônias de P. aeruginosa e diminui em 26% as internações (IC de 95%, 2-43%). O benefício da incorporação do medicamento também aparece na literatura com relação ao impacto econômico e é citado na publicação da Conitec. Uma análise realizada no Canadá observou redução de 43% nos dias de internação e de 44% nos gastos com antibioticoterapia. No Brasil, a comissão estimou que o impacto anual da incorporação do medicamento será de R$ 3.205.440,80.

O relatório recomenda a nebulização com uma ampola de uso único (300 mg) duas vezes ao dia por 28 dias. O medicamento deve ser usado em ciclos alternados de 28 dias, ou seja, após 28 dias em uso do antibiótico, o paciente deve permanecer 28 dias sem utilizar a medicação. A tobramicina inalatória é contraindicada em crianças menores de seis anos de idade, bem como em gestantes e durante a amamentação.

Atualmente, já estão disponíveis nos Estados Unidos e na Europa medicamentos que seguem uma nova linha de fármacos: os moduladores ou corretores da proteína CFTR. O ivacaftor, um remédio utilizado por via oral, foi aprovado para o uso em pacientes com seis anos ou mais de idade que tenham pelo menos uma mutação G551D no gene CFTR. A droga ainda não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização no Brasil.

Para saber mais sobre o ivacaftor dentro do PneumoImagem, clique aqui.

Fonte: Medscape

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