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Artigos que contam a história da pneumologia.

ALIMENTAÇÃO ENTERAL E O RISCO DE PNEUMONIA EM DOENTES CRÍTICOS

Data de Publicação: 13/01/2014

ALIMENTAÇÃO ENTERAL E O RISCO DE PNEUMONIA EM DOENTES CRÍTICOSEsta revisão sistemática e metanálise tiveram como objetivo avaliar o efeito da alimentação por sonda nasenteral localizada no intestino delgado comparada com alimentação por sonda nasogástrica sobre a freqüência de pneumonia e outros resultados importantes em pacientes criticamente enfermos.

Foram pesquisados ensaios clínicos randomizados de pacientes adultos em estado grave em unidade de terapia intensiva (UTI) entre 1980 e dezembro de 2012. Foram incluídos 19 estudos com 1.394 pacientes. Alimentação enteral em relação à alimentação gástrica foi associada à redução do risco de pneumonia ([RR] 0,70, 95% CI, 0,55, 0,90, P=0,004) e pneumonia associada à ventilação mecânica-PAV (RR 0,68; 95 % CI 0,53, 0,89; P = 0,005. Não houve diferença na mortalidade, tempo de permanência na UTI, tempo de ventilação mecânica, hemorragia gastrointestinal, aspiração e vômito.

Embora a utilização de alimentação no intestino delgado em oposição à alimentação gástrica parecer reduzir o risco de pneumonia, incluindo PAV em pacientes criticamente doentes, estas observações foram limitadas por vários fatores e devem ser interpretadas com cautela:
• Os estudos incluídos variaram e foram imprecisos na definição de pneumonia, com o risco de viés, e os ensaios individuais possuíam pequeno tamanho de amostra;
• A alimentação enteral não afetou outros resultados clinicamente importantes;
• A inserção da sonda de alimentação do intestino delgado parece ser segura, mas tecnicamente mais desafiadora do que a sonda gástrica e pode necessitar de assistência radiológica ou endoscópica.

Como conclusões, os autores afirmam que a alimentação por sonda enteral no intestino delgado, em comparação com a alimentação gástrica, reduz o risco de pneumonia em pacientes criticamente doentes, sem afetar a mortalidade, o tempo de permanência na UTI ou a duração da ventilação mecânica

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FONTE: Alhazzani W et al. Crit Care. 2013;17(R127).

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