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Artigos que contam a história da pneumologia.

DESTAQUES DA ATS-2017: AVANÇOS EM IMAGEM NO DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS INTERSTICIAIS

Data de Publicação: 24/05/2017

DESTAQUES DA ATS-2017: AVANÇOS EM IMAGEM NO DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS INTERSTICIAISO conhecido pesquisador e editor de livros de imagem, dr. David A. Lynch, apresentou um interessante painel sobre o papel da Tomografia de Tórax de Alta Resolução no diagnóstico das diversas doenças intersticiais.

Apesar de critérios bem definidos que caracterizam a Pneumonia Intersticial Usual (UIP), que define a FPI, nem sempre as alterações são tão claras e é necessário se manter uma consciência de que casos atípicos existem. Padrão em favo de mel permanece como alteração mais importante, mas está ausente em muitos casos. Padrões tomográficos de doença provável e inconsistente também existem. No entanto, quando correlações histológicas são feitas nos casos duvidosos que foram biopsiados, na grande maioria das vezes (82%) dos casos prováveis se confirmou o diagnóstico de UIP. Para os demais, em cerca de metade das vezes o caso de doentes com padrão inconsistente com UIP, na realidade eram pneumonite usual. Caso o indivíduo seja idoso e apresente um padrão tomográfico provável de UIP, é muito grande a chance de que realmente seja FPI.

O padrão tomográfico de pneumonite não específica (NSIP) está mais relacionado a colagenoses (esclerodermia), pneumonia por hipersensibilidade (PH), asbestose e toxicidade por drogas. No entanto, esse padrão NSIP não é específico dessas condições e ele pode se superpor a outras situações. A fibrose da pneumonia por hipersensibilidade possui algumas características que por vezes podem confundir com UIP.

Existem pessoas que possuem anormalidades detectadas em TCAR e são assintomáticas. Afastadas as causas mais prováveis (tabagismo, PH, doenças autoimunes), é importante uma avaliação funcional e o acompanhamento anual desses indivíduos, pois podem evoluir com um padrão de fibrose pulmonar ao longo do tempo.

Para fazer o download do app com as Novas Diretrizes para Fibrose Pulmonar Idiopática da American Thoracic Society, clique aqui.

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