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Artigos que contam a história da pneumologia.

DESTAQUES DA ATS-2017: MICROBIOMA PULMONAR E AS DOENÇAS INTERSTICIAIS

Data de Publicação: 22/05/2017

DESTAQUES DA ATS-2017: MICROBIOMA PULMONAR E AS DOENÇAS INTERSTICIAISCada vez mais o microbioma pulmonar vem sendo relacionado a doenças pulmonares, o que motivou a ATS a realizar uma sessão exclusiva sobre o assunto.

A fibrose pulmonar causada pela bleomicina costuma ser utilizada como modelo para o estudo das doenças fibrosantes do pulmão. Alterações do microbioma foram relacionadas à indução de fibrose pulmonar causada pela bleomicina em animais de laboratório. Ratos que receberam um antibiótico (cefperazona) não desenvolveram fibrose. Isso indica que a fibrose pela bleomicina resulta de uma disbiose da microbiota pulmonar que não foi resolvida. O microbioma pulmonar pode ser necessário para a fibroproliferação pulmonar e esse modelo experimental pode refletir quadros de fibrose pulmonar idiopática em humanos.

No transplante de pulmão, a bronquiolite obliterante (BO) é a causa mais comum de morte e retransplante nos indivíduos que vivem além de um ano. Em 5 anos, a BO afeta 50% dos transplantados e, em 10 anos, 75%. O microbioma pulmonar pode ser um preditor para BO em transplantados de pulmão: pacientes que possuem uma predominância de Actinobacteria no período inicial pós transplante apresentou menores taxas de BO.

Em modelos animais, a ruptura do equilíbrio do microbioma pulmonar precede o dano causado no pulmão na Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo, sugerindo que essa desordem da microbiota pode se relacionar à inflamação tecidual da doença.

Novos estudos devem ser feitos nessa área para validar esses achados iniciais e explicar como as alterações do microbioma pulmonar podem estar na gênese ou no agravamento dessas doenças.

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