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Artigos que contam a história da pneumologia.

ESTUDO PODE DETERMINAR NOVO CRITÉRIO ESPIROMÉTRICO PARA A DEFINIÇÃO DA DPOC

Data de Publicação: 28/11/2016

ESTUDO PODE DETERMINAR NOVO CRITÉRIO ESPIROMÉTRICO PARA A DEFINIÇÃO DA DPOCNa Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), tanto as vias aéreas menores como as maiores são afetadas. O FEV1 reflete principalmente a obstrução das grandes vias aéreas, enquanto que a fração mais tardia da expiração forçada reflete a redução do fluxo expiratório terminal. Nesse estudo, o objetivo foi avaliar a relação entre os índices da espirometria, incluindo a relação entre volume expiratório forçado no 3º e 6º segundos (FEV3/FEV6), e as medidas das pequenas vias aéreas e aprisionamento aéreo quantitativo pela tomografia computadorizada do tórax e os resultados clínicos em uma coorte do COPDGene (Genetic Epidemiology of COPD).

Entre 4.386 participantes fumantes ou ex-fumantes com a relação FEV1/FVC iguais ou superiores ao limite inferior da normalidade (LLN), 15,4% tinham a relação FEV3/FEV6 anormal. Comparado com as os indivíduos com relações normais de FEV3/FEV6 e FEV1/CVF, a relação FEV3/FEV6 anormal foi associada com (todos com P <0,0001):

• significativamente maior aprisionamento aéreo;
• a pontuação do questionário Respiratório de St. George;
• o escore de dispnéia do Medical Research Council modificado;
• o IMC, a obstrução ao fluxo aéreo, a dispnéia e menor distância percorrida no teste de caminhada de 6 minutos;
• não houve associação com evidência tomográfica de enfisema.

Como conclusões, os autores afirmam que fumantes ou ex-fumantes com relação pré-broncodilatador FEV3/FEV6 menores que o LLN como a única anormalidade identifica uma população com evidência de doença de pequenas vias aéreas na TC quantitativa e com menores índices de atividade física e qualidade de vida que de outra forma seria considerada normal quando se usa a corrente definição espirométrica.

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FONTE: Dilektasli AG et al. Chest. 2016;150(5):1080-1090.

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