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Artigos que contam a história da pneumologia.

NOVAS DIRETRIZES PARA EMBOLIA PULMONAR: FAÇA O DOWNLOAD

Data de Publicação: 29/09/2015

NOVAS DIRETRIZES PARA EMBOLIA PULMONAR: FAÇA O DOWNLOADNovas diretrizes para tromboembolia pulmonar (TEP) sugerem que a tomografia computadorizada (TC) e o teste de dímero-D no plasma são realizados de modo excessivo em pacientes com suspeita de embolia pulmonar e podem fazer mais mal do que bem. O American College of Physicians (ACP) publicou as diretrizes online em 29 de setembro no Annals of Internal Medicine.

Testes de dímero-D são mais apropriados para doentes com risco intermediário para TEP e nenhum teste pode ser necessário para alguns pacientes de baixo risco. Nenhuma evidência existe que o maior uso de TC para a avaliação de pacientes com suspeita de embolia pulmonar levou a melhores resultados dos pacientes. Os potenciais malefícios de exame de imagem desnecessário incluem os custos, o aumento da exposição à radiação, e seguimento para achados incidentais. Os autores recomendam usar tanto as regras de Wells ou de Genebra para escolher quais exames realizar em um paciente de risco para embolia pulmonar.

Se o doente é de baixo risco, os médicos devem utilizar os oito critérios do Pulmonary Embolism Rule-Out Criteria (PERC); se um paciente cumpre todos os oito critérios, os riscos dos exames são maiores do que o risco de embolia e nenhum teste é necessário. Ao se evitar o teste de dímero-D nesses pacientes de baixo risco, os médicos evitam resultados de dímero-D falso-positivos e TC subsequente, o que é desnecessário. O PERC não deve ser aplicado em pacientes de risco intermediário ou risco alto para TEP.

Para os pacientes de risco intermediário, ou para aqueles com baixo risco que não cumprem todos os oito critérios PERC, os autores recomendam um teste de dímero-D de alta sensibilidade como exame inicial. Em pacientes com mais de 50 anos, os autores recomendam a utilização de um limite ajustado à idade (idade × 10 ng/mL, em vez de um padrão de 500 ng/mL), porque os níveis normais de dímero D aumentam com a idade. Os doentes com um nível de dímero-D abaixo do ponto de corte ajustado à idade não devem receber quaisquer estudos de imagem. Pacientes com níveis elevados de dímero D devem, então, realizar imagens.

Pacientes de alto risco devem ignorar o teste de dímero-D e prosseguir com a investigação por angio-TC pulmonar, porque um exame de dímero-D negativo não vai eliminar a necessidade de imagem nesses pacientes. Os médicos só devem indicar exames de ventilação-perfusão em pacientes com contra-indicação para angiografia pulmonar ou se angiotomografia pulmonar não está disponível.

Para fazer o download das novas Diretrizes, clique aqui.

FONTE: Ann Intern Med. Published online 29 September 2015 doi:10.7326/P15-9034

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