PESQUISA DE IMAGENS

 

Central de Downloads

Encontre em nossa área de downloads vários arquivos e PDF, PPT, WORD, entre outros. Todos os arquivos com relevância para sua pesquisa.

Sessão Retrô

Artigos que contam a história da pneumologia.

USO DE CORTICOIDE E A ASSOCIAÇÃO COM DELIRIUM EM PACIENTES COM LESÃO PULMONAR AGUDA

Data de Publicação: 02/07/2014

USO DE CORTICOIDE E A ASSOCIAÇÃO COM DELIRIUM EM PACIENTES COM LESÃO PULMONAR AGUDADelirium é comum em pacientes sob ventilação mecânica na UTI e está associado com morbidade e mortalidade a curto e longo prazo. O uso de corticosteroides sistêmicos também é comum na UTI. Fora do ambiente da UTI, os corticosteroides são um fator de risco reconhecido para Delirium, mas a sua relação com Delirium em pacientes críticos não foi totalmente avaliada. O estudo avaliou a hipótese de que a administração de corticosteroides sistêmicos estaria associada à transição para o Delirium em pacientes sob ventilação mecânica com lesão pulmonar aguda.

O estudo foi prospectivo de coorte e envolveu treze UTIs em quatro hospitais em Baltimore (EUA). Foram avaliados 520 pacientes adultos sob ventilação mecânica com lesão pulmonar aguda. A avaliação do Delirium foi realizada pelo teste Confusion Assessment Method validado para a ferramenta de triagem UTI. Usando modelos de análise multivariada, os seguintes fatores (odds ratio ajustado; IC 95%) foram independentemente associados com a transição ao delírio: idade mais avançada (em comparação com <40 anos, 40-60 anos [1,81; 1,26-2,62] e ≥ 60 anos de [2,52; 1,65-3,87]) e administração de qualquer corticosteróide sistêmico nas 24 horas anteriores (1,52; 1,05-2,21).

Como conclusões, e após o ajuste para outros fatores de risco, a administração de corticosteróides sistêmicos está significativamente associada com a transição para o delírio. O risco de delírio deve ser considerado no momento de se decidir sobre o uso de corticosteroides sistêmicos em pacientes criticamente enfermos com lesão pulmonar aguda.

Veja imagens de pneumonia grave no PneumoImagem, clique aqui.

FONTE: Crit Care Med. 2014; 42 (6):1480-1486.

Compartilhe: